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Temor nacional na era da morte do uniculturalismo

Artigo original escrito por Tony Barber para o Financial Times Racismo, não multiculturalismo, permeava o sul de Londres no final da década de 60. No meu bairro, crianças brancas e filhos de imigrantes caribenhos eram vizinhos, frequentavam as festas de aniversários uns do outros e jogavam nos mesmos times de futebol e críquete. Mas o professor da nossa escola estatal primária batia nas crianças negras ferozmente com sua bengala, mandando-as “voltar para o barco das bananas”. Não havia nada de tão ofensivo no discurso de David Cameron deste fim de semana sobre o “fracasso do multiculturalismo”. A comunidade afro-caribenha da Grã-Bretanha não foi sequer mencionada - não havia necessidade. A pesquisa de opinião realizada pelo governo entre 2009 e 2010 constatou que 85% dos britânicos de origem afro-caribenha tinham um forte senso de identificação com o seu país. Há mais duas estatísticas memoráveis nessa pesquisa. Entre aqueles que possuíam um forte sentimento de pertencer...

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